quarta-feira, 9 de julho de 2014

Por amar demais

Perdi a noção do certo e do errado
Deixei meus sonhos guardados.
Fantasiei momentos que nem
Cheguei a viver...
Escrevi poemas que desejei
enredos do meu amor.
Mas esqueci como o amor deve ser.

Sem lágrimas, lamentos
Pesadelos... Solidão.
Esqueci que o amor deve dar paz
Ter gosto de beijo toda manhã
Ter corpo e desejo a qualquer hora
Deve ser ousado e apaixonado
Não deve ser poesia vã
Ele deve gritar... Mas apenas de prazer
E felicidade.

Deve inspirar poemas de verdades

Deve fazer chorar... De tanto fazer rir
Deve completar um ao outro
Sem jamais ferir
E de dois fazer um
Únicos,
Apenas únicos.
Ana Paula